Maçonaria brasileira contra ameaça que vem de fora
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Escrito por Edvaldo Tavares (Médico e M.’.M.’.)
No dia 16 de fevereiro de 2009, segunda-feira, às 20h, no Templo Nobre do Grande Oriente do Distrito Federal (GODF), o general da ativa do glorioso Exército Brasileiro, Eliéser Girão Monteiro Filho, ir.’. maçom, que comandou a 1ª Brigada de Infantaria de Selva, RR, proferiu palestra para maçons e convidados profanos.
Durante a sua fala, alertou sobre o grande perigo da perda de território que o Brasil está correndo. O general, grande especialista em guerra na selva, tendo sido o primeiro colocado no Curso de Operações de Selva, em 1999, CIGS (Centro de Instrução de Guerra na Selva), Manaus, com larga experiência na Amazônia, contrário a retirada da população não-índia da Reserva Indígena Raposa/Serra do Sol (RIRSS), em conseqüência de suas atitudes nacionalistas, contrárias às do governo federal, durante o comando da brigada, foi transferido para a Diretoria de Transportes e Mobilização do Exército onde ocupa a chefia, em Brasília. Foi agraciado com a comenda da “Ordem do Mérito do Forte São Joaquim”, concedida pelo governo de Roraima.
General Monteiro, em pleno exercício do comando da 1ª Brigada de Infantaria, protagonizou uma situação inusitada,na qual, o comandante de uma área na Amazônia, responsável pela segurança de autoridades do governo federal, inclusive do Ministro-Chefe Roberto Mangabeira Unger, titular da Secretaria de Planejamento de Longo Prazo (SEALOPRA), e sua equipe, durante visita à Assembléia dos
Tuxauas, no Surumu, RR, foi proibido de acompanhar, juntamente com parlamentares federais e estaduais, a comitiva.
Existe uma crença em Roraima, que a causa da retaliação do governo federal, transferindo o general para uma função administrativa em Brasília tenha sido porque o comandante da brigada recebeu o deputado federal Márcio Junqueira (DEM), acompanhado de uma comissão de arrozeiros contrários a demarcação da reserva em área contínua.
A transferência foi muito lamentada em Roraima, recebendo o governo Lula duras críticas.
No início da palestra, general Monteiro chamou a atenção para o perigo que representa a distante fronteira norte da Amazônia, quase despovoada, ausente de qualquer tipo de poder governamental. Em projeção, demonstrou como ocorre esse perigo, rotulado de vazio de poder, ausências de população e órgãos governamentais. Lembrou o desconhecimento de grande parcela da população brasileira sobre a Amazônia e que muitos confundem Rondônia (RO) com Roraima (RR). Fez questão de lembrar as diversas citações de líderes mundiais de que a Amazônia não pertence
aos países em que está situada, mas sim, que é patrimônio da humanidade, devendo, portanto, ser internacionalizada.
Disse também para os presentes, que líderes internacionais mencionaram que a soberania do Brasil sobre a Amazônia érelativa. Deu conhecimento de como surgiu a denominação Raposa/Serra do Sol. Na explicação frisou que ao norte da atual reserva existe uma comunidade indígena denominada de Raposa e ao sul, a localidade de Serra do Sol, entre as duas existia um grande criador de gado bovino, com milhares de cabeças. Sabotadores, interessados em objetivos contrários ao país, matavam as cabeças de gado, levando o criador a ruína e morte. Dessa maneira, juntaram as duas localidades e passaram a reivindicar toda a área como Terra Indígena Raposa/Serra do Sol que, o malfadado governo de Luís Inácio Lula da Silva, por decreto do Ministro da Justiça, Márcio Tomás Bastos, criou a Reserva Indígena Raposa/Serra do Sol (RIRSS).
Manifesta surpresa causou em alguns membros da assistênciaquando, em projeção, sobrepôs o mapa do Brasil sobre o da Europa – o continente europeu desapareceu. Escondido sob o mapa do território brasileiro, puderam comprovar quão gigantesco é este nosso país, maior do que a Europa.
Traçando um paralelismo com a sociedade secreta mais poderosada Idade Média, os Cavaleiros do Templo, os templários, e o poder que exerceram durante sua xistência, frisou que os mesmos carregavam uma bandeira, a cruz vermelha no peito.
Como mensagem dada, acredito, por todos os presentes, compreendida, ressaltou que para o Brasil continuar do mesmotamanho e venha a ser uma nação poderosa, é necessário que todos os brasileiros se unam e carreguem com verdadeiro patriotismo a bandeira do país.
No final da exposição, perguntei como repercute em Roraima a tentativa americana de concentrar tropas na Guiana (antiga Guiana Inglesa), casualmente descoberta, em 1993, governo do Presidente Itamar Franco, para invadir Raposa/Serra do Sol, logo que assinasse a demarcação da RIRSS. Para quem não lembra, as Forças Armadas Brasileira, inopinadamente tiveram de trocar uma manobra já planejada na região sudeste, pela Operação Surumu, em Roraima. Avisado, Itamar Franco não assinou a demarcação. Diante da não assinatura e da pronta-ação das FFAA brasileiras, em RR, as FFAA americanas desistiram da invasão. O general Monteiro respondeu que foi um dos participantes da operação.
Brasil acima de tudo! Selva!
Escrito por Edvaldo Tavares (Médico e M.’.M.’.)
Fonte: http://www.roraimaemfoco.com/site/content/view/6374/50/ 23/02/2009
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